quinta-feira, 5 de junho de 2008

Amores

Hoje encontrei Mariana. Não falei com elas, nunca falo. Para mim Marina está lá em cima, e eu só a observo. Me encanto. Não quero chegar perto, só desejo ver de longe a luz de Mariana. (luzes são sempre mais bonitas quando estamos afastadas. Não muito, porque ai não dá pra ver). Nunca pensei que meu primeiro amor platônico seria por uma mulher. Acho que isso só torna tudo mais especial.

(e as pessoas já me olham estranho por isso, não entendem como posso sentir isso por Mariana. Já me questionam e fazem brincadeiras, mas eu não ligo.)

Ando pensando muito em Amores. Culpa da Raquel, só pode. Acredito em vários amores, diferentes tipos. Mariana é o Amor Platônico. Impossível, idealizado. E quero que continue assim. Rayza é o amor eterno, a alma gêmea, um amor praticamente fraterno. Ainda procuro por meu amor visceral, mas admito, este é o que tenho medo. Estou me preparando, para não fugir quando ele aparecer.

(quero me jogar nessas experiências, nesses amores. Nos grandes médios e pequenos. Acho que vou seguir aquele conselho. Fico encarando a piscina da minha alma e preparo-me para pular. Um, dois três... Já?)

2 comentários:

Nathália disse...

Sabe que eu tenho medo de pular em piscinas?
Medo de bater a cabeça lá no fundo.
Por isso eu entro delicadamente.
Mas isso em piscinas reais.
Para tudo o que é metafórico eu vou correndo loucamente e me jogo, nem penso duas vezes... Uma coisa.

:*

Raquel disse...

Admito que é culpa minha. Hoje eu ia rasgar o coração de novo, mas não o fiz. Na hora de escrever travei, sei lá. É porque eu costumo gostar muito fácil das pessoas e gostar muito intensamente. Sou toda fácil, ui, ui, ui. Amar é viver! (mentira que é sofrer!)

Primeiro amor platônico, Veriana? Jesus! Isso é tão anormal a minha realidade cheia de amorezinhos verdadeiros. Céus, nem lembro do meu primeiro amor platônico. Mentira que eu lembro, eu tinha 6 anos, mas nem conto quem era.
Platônico. Impossível. Idealizado. O bom do amor platônico é que você percebe que não é cheio de tantos filtros quanto achava que tinha. Sei lá. Pelo menos é assim pra mim. Não gosto de caras ou de garotas. Gosto das pessoas, sabe bem como é?
Mania ridícula de idealizar. Mania ridícula de idealizar, parte dois. Mania ridícula minha de idealizar, parte três. Odeio isso em mim.
Mas é que nos outros eu acho bonitinho. Engraçado, acho tudo que eu tenho nos outros uma coisa bonitinha.
Pois é bem o raciocínio. Ui, descambei a falar. Não gosto de falar de amor, porque aí tudo parece tão pequeno. Pequeno como no dia em que eu desmaiei porque vi o meu próprio sangue (tinha cortado meu dedo com um estilete sem querer).

Anyway… Acho que falei demais e não falei nada. Hahahaha. Céus… Vou dormir.

P.S.: Vai cultivando bem o amorzinho. Mas tenta não cultivar pra sempre.

Beijo.